Mystery Flag with Argentina

Conexão com Argentina! Participamos de um jogo chamado Mystery Flag com uma turma de Buenos Aires.O jogo consiste em duas turmas de países diferentes descobrirem através de perguntas de qual país é a outra turma. Nossa comunicação com os hermanos da Argentina foi em Inglês! Foi muito divertido e nossos alunos arrasaram, Parabéns crianças!

Video-Conferência com Alabama

No dia 05/05/17 nós fizemos uma vídeo conferência com uma turma de quarto ano do Alabama- USA.

Os alunos que participaram foram os alunos do Jardim II da escola parceira Colégio Vitória Régia.

Nossos alunos se apresentaram em inglês e cantaram algumas músicas para os alunos americanos.

Foi muito divertido!

Os alunos da escola estrangeira também nos presentearam com uma canção:

 

Video conferência com Massachusetts

VÍDEO CONFERÊNCIA COM OS EUA:
Alunos da Middleboro Massachusetts School e foi tudo de bom!
Abaixo só um trechinho do vídeo (desculpe a gravação não ficou muito boa dessa vez)
A turma que participou foi o primeiro ano do Colégio Vitória Régia Unidade 3 (Águas Claras).
Durante a vídeo conferência os alunos se apresentaram e aprenderam vocabulários em inglês, ensinando também o correspondente em nosso idioma.

Vale enfatizar que a escola americana colocou uma bandeira brasileira na sua sala durante a vídeo conferência 🙂.
Tivemos também um bate papo agradável e descontraído onde os alunos de ambas as escolas fizeram e responderam perguntas sobre o cotidiano de suas escolas.

 

Projeto Internacional com turmas dos EUA vídeo 2

Projeto Internacional novo de 2017

Nosso alunos trocam vídeos (4 tópicos diferentes) com turmas dos EUA, já recebemos vídeos de vários estados onde as crianças ensinam novos vocabulários, se apresentam e apresentam a sua escola. Nossos alunos também fazem bonito apresentando a sua escola .

Já fizemos nesse ano video- conferência com alunos de Massachusetts e Wisnconsim

Vídeo 2. Os alunos apresentam a  sua escola em inglês para turmas de alunos dos EUA:

 

Ser bilíngue pode dobrar suas chances de se recuperar de um AVC

imagesCada vez mais cientistas vêm provando uma lista interminável de  benefícios do bilinguismo. Além das habilidades lingüísticas e sociais adquiridas ao se alternar duas ou mais línguas e culturas, há um conjunto emergente de pesquisa sobre o impacto que o bilinguismo pode ter sobre nossas habilidades cognitivas.

Um novo estudo sugere agora que a prática de falar duas línguas também pode ajudar a proteger o cérebro em caso de um acidente vascular cerebral.

Pesquisadores do Reino Unido e da Índia estudaram mais de 600 pacientes com AVC em Hyderabad, Índia, uma cidade em que vários idiomas são comumente falados e descobriram que aqueles que falavam mais de um idioma tinham o dobro de chance de recuperação em comparação com os que falavam apenas um idioma.

Funções cognitivas como atenção, memória e habilidades visual-espacial foram examinadas. Mesmo depois de levar em conta variáveis como tabagismo, hipertensão arterial, diabetes e idade, os pesquisadores descobriram que 40% dos indivíduos bilíngues recuperaram a função cognitiva normal após um acidente vascular cerebral, em comparação com 20% dos pacientes monolíngues.

Thomas Bak, um professor da Universidade de Edimburgo e um coautor do estudo, explica:O bilinguismo faz as pessoas alternarem de uma língua para outra, por isso, enquanto eles inibem uma língua, eles têm que ativar outra para se comunicar. Essa alternância permite o constante exercício do cérebro, que pode ser um fator que ajuda pacientes a se recuperarem de derrame.

Em trabalhos anteriores pelo mesmo grupo de pesquisadores em 2013 foi descoberto que as pessoas bilíngues que desenvolvem demência tendem a fazê-lo até cinco anos mais tarde do que aquelas que são monolíngues, retardando assim o aparecimento da doença.

No entanto, apesar dos resultados positivos iniciais destes dois estudos, os pesquisadores observam ser necessário ainda determinar as circunstâncias exatas em que o bilinguismo pode ter uma influência positiva sobre as funções mentais.

Leia matéria em inglês: Being bilingual could double your chances of recovering from a stroke

 

Por que o inglês da escola não ensina?

BAIXE EBOOK GRATIS (5)A língua estrangeira faz parte do currículo no Ensino fundamental e Médio em escolas públicas e desde a Educação infantil em escolas particulares, mas dificilmente esses alunos conseguem se comunicar em inglês, por que isso acontece?

Segundo reportagem na revista de educação Nova escola (junho/julho/16), entre as razões para essa ineficiência do ensino de idiomas na escola regular estão a escassez de políticas que valorizem o ensino, a formação docente frágil, a falta de autonomia em relação ao material didático e de contato com a língua falada, além de cargas horárias insuficientes e turmas numerosas.

“Outra questão que atinge não apenas a rede pública, mas também a particular, é a desvalorização da disciplina frente às demais. A visão equivocada de que o componente curricular seja de importância relativa na grade curricular faz com que lhe seja atribuída baixa carga horária e que não haja um contexto favorável para que se desenvolvam as quatro habilidades linguísticas: falar, escutar, escrever e ler, avalia Marília Negrini, coordenadora do departamento de inglês do Dante Alighieri, escola particular de São Paulo”. (revista Educação/março/2013)

Grande parte dos professores graduados no curso de Letras não é proficiente no idioma já que  a graduação não ensina os professores a se comunicarem no idioma que pretendem lecionar.No desenvolvimento de habilidades orais, é essencial que o professor tenha nível avançado, pronúncia correta e conhecimento de expressões cotidianas da língua. As aulas de inglês devem ser ministradas em inglês! Parece óbvio, mas normalmente não é o acontece nas escolas regulares. Além disso os professores devem utilizar estratégias de ensino que envolvam o aluno na prática do idioma.

“Para engajar os alunos, é preciso motivá-los para o uso da língua aqui e agora” Margarete Schallatter. O ensino de inglês deve ir além do livro, ser dinâmico e principalmente enfatizar a oralidade, de nada adianta ter um bom material didático se o professor não souber como utilizar da forma correta, isto é, combinado com outros recursos e estratégias de ensino.

Na International Idiomas utilizamos ferramentas de tecnologia inovadoras e desenvolvemos projetos que propiciam uma maior interação e prática contextualizada do idioma. Desenvolvemos no nosso aluno, a capacidade para lidar com as mais diferentes situações de comunicação. Ele tem a oportunidade de participar de debates e projetos em comum com alunos dos mais diversos países, através de vídeo-conferências informais ou com objetivos definidos. Preparamos um jovem confiante capaz de argumentar, perguntar, responder e   trabalhar colaborativamente.

Nossos alunos participaram  na elaboração de um livro que viaja por 14 países onde somos os únicos representantes do Brasil, desenvolvemos também um projeto denominado Global cooking onde os alunos partilham receitas tradicionais do seu pais, ensinando e aprendendo com mais 12 países, tudo em inglês. E tem mais, nossos alunos também trocam cartas e videoaulas com alunos ao redor do mundo.

Nossos alunos ultrapassam os limites da sala de aula e ao quebrar essas barreiras influenciam  de forma positiva a visão que alunos estrangeiros têm do nosso país. Esses contatos levam nossos alunos à reflexão sobre seu próprio ambiente (cidadania) e ao aprender sobre outras cultura tornam- se um cidadãos do mundo. Nossos projetos inovadores são reconhecidos nacionalmente e internacionalmente. um deles foi premiado pelo Conselho Britânico em 2015.

A parceria de escolas regulares com instituições de idiomas eleva  o nível de aprendizado e cria o ambiente ideal para o desenvolvimento do aluno. A International Idiomas já possui parceria de sucesso com escola regular e desenvolve com excelência esse papel.Contamos com profissionais qualificados, treinamentos e supervisão constante dos professores.

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Brasileiros falam mal o inglês

Falar-Inglês-Sonho-de-uns-Pesadelo-de-Outros-2

Pesquisa aponta que Brasil está em 46° lugar, do total de 54 países, no que se refere ao domínio da língua inglesa

Yolanda Drumon

A percepção de que os brasileiros falam mal o inglês foi comprovada em pesquisa da empresa de intercâmbio EF, realizada entre 2009 e 2011, e divulgada no ano passado: o Brasil está em 46º lugar do total de 54 nações pesquisadas no que se refere ao domínio da língua inglesa.

O nível de habilidade no inglês foi medido a partir de três testes on-line: dois não adaptativos – disponíveis gratuitamente a qualquer pessoa – e baseados em 60 e 70 perguntas, respectivamente. O terceiro, de nivelamento, foi aplicado na inscrição dos cursos da EF e consistiu na aplicação de 30 perguntas, cada uma vinculada à outra pelo grau de dificuldade. Em todas as provas, foram testadas habilidades em gramática, vocabulário, leitura e audição. Os participantes fizeram os testes a partir do próprio computador, em casa. Foram incluídos no estudo países com um mínimo de 400 participantes.

Outro indício da dificuldade do brasileiro com língua estrangeira foi o lançamento, no final do ano passado pelo governo federal, de um programa de aperfeiçoamento da língua inglesa para os estudantes que queiram fazer intercâmbio pelo programa Ciência sem Fronteiras, que propicia bolsa para alunos brasileiros que queiram estudar no exterior. A pontuação mínima exigida na prova de inglês para participar do programa também foi reduzida.

Leia mais: Ensino de inglês requer mudanças

Veja, abaixo, o resultado da pesquisa por estado:

Regiões brasileiras

contempladas pelo estudo


Proficiência em inglês /
Índice

São Paulo

Proficiência baixa – 48.85

Rio de Janeiro

Proficiência baixa – 50.35

Espírito Santo

Proficiência baixa – 46.82

Minas Gerais

Proficiência baixa – 47.78

Paraná

Proficiência baixa – 49.71

Santa Catarina

Proficiência baixa – 48.45

Rio Grande do Sul

Proficiência baixa – 48.80

Goiás

Proficiência muito baixa – 44.25

Distrito Federal

Proficiência baixa – 48.56

Mato Grosso

Proficiência muito baixa – 40.90

Mato Grosso do Sul

Proficiência muito baixa – 45.32

Bahia

Proficiência muito baixa – 44.22

Sergipe

Proficiência baixa – 48.91

Pernambuco

Proficiência muito baixa – 46.58

Paraíba

Proficiência baixa – 48.67

Rio Grande do Norte

Proficiência muito baixa – 46.64

Ceará

Proficiência baixa – 47.71

Piauí

Proficiência muito baixa – 46.48

Maranhão

Proficiência muito baixa – 43.42

Tocantins

Proficiência muito baixa – 42.53

Pará

Proficiência muito baixa – 42.53

Amapá

Proficiência muito baixa – 40.45

Amazonas

Proficiência muito baixa – 44.66

Rondônia

Proficiência muito baixa – 40.47

Acre

Proficiência muito baixa – 44.78

http://revistaeducacao.uol.com.br/textos/0/brasileiros-falam-mal-o-ingles-278934-1.asp